Domingo, 30 de Novembro de 2008

Semana contra AIDS!!!

Camisinha é coisa séria e fácil de ser usada...


O X do seXo apoia essa campanha, fiquem ligados!






E você, leva uma vida saudável?

Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Ex-BBBs apóiam campanha contra homofobia


Bianca Jahara e Thalita Lippi encabeçam à campanha contra a homofobia.


Até algum tempo atrás, para encontrar amigos e namorar sem serem molestados, gays e lésbicas confinavam-se em um trecho de praia ou em pequenos bares, saunas ou cinemas localizados nos centros das grandes cidades brasileiras. Tais lugares sempre funcionaram para os homossexuais como espaços de proteção contra a homofobia. A discriminação sexual resiste, mas há sinais claros de que a luta contra o preconceito no país atravessa uma fase de transformação significativa. Apesar do recrudescimento das forças conservadoras no Brasil e no mundo, o atual cenário público brasileiro é favorável aos direitos das pessoas GLBT: pesquisas mostram que quase metade da população brasileira apóia a união civil entre pessoas do mesmo sexo; o país tem uma jurisprudência favorável aos direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros; paradas do Orgulho GLBT acontecem em todo o país; o Programa Brasil Sem Homofobia, do governo federal, continua com suas 53 ações em 10 ministérios e secretarias especiais; a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) aprovou um projeto de lei que reconhece, para fins previdenciários, companheiros (as) do mesmo sexo de servidores públicos do estado; e há um Projeto de Lei que criminaliza a homofobia a ser votado no Senado – o PLC 122/2006 – cuja proposta é tornar ilegal a prática de atos de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero, equiparando-os a outros tipos de discriminação, como a racial, por exemplo. O PL também propõe criminalizar a discriminação relativa ao recrutamento para contratação profissional ao acesso à educação, à locação de bens móveis ou imóveis, à manifestação pública de afeto, bem como atos violentos ou constrangedores praticados contra pessoas GLBT.

“Desde a promulgação da atual Constituição Federal, em 1988, nenhum projeto de lei especificamente voltado para a promoção da cidadania de GLBT foi aprovado. Como resultado, atos de discriminação contra GLBT passam impunes. Uma vez aprovada a lei, e as punições forem sendo aplicadas em casos de discriminação por orientação sexual nou identidade de gênero, deverá passar a haver mais respeito para com as pessoas GLBT a mais reconhecimento da diversidade sexual como um direito. Com o passar do tempo, deverá se tornar cada vez menos difícil os GLBT se assumirem publicamente, afirma o ativista Toni Reis, presidente da ABGLT.

Na análise de Carrara, o que tem sido difícil para as pessoas lidarem é a possibilidade de conviver com outras manifestações afetivas e outros tipos de casais. “O projeto simbolicamente aponta isso, que essa convivência no espaço público terá que acontecer, e os incomodados vão ter que sair. Isto já mostra a importância do projeto: ele sinaliza e coloca os limites, garantindo a presença de pessoas que estão excluídas do espaço público. Por outro lado, também temos que levar em consideração os dados que são produzidos sobre violência por orientação sexual. Ser agredido é uma experiência cotidiana da população GLBT”, observa o pesquisador.

O CLAM apóia o manifesto da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) a favor do Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006.
Clique aqui para ler o manifesto e assinar o abaixo-assinado

Toni Reis informou, durante a I Conferência Nacional LGBT, realizada em Brasília entre os dias 5 e 8 de junho, que de acordo com informações da Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública do Senado, mais de 80% das 36 mil ligações que o Senado recebeu sobre o PLC 122/2006 (de dezembro de 2007 até maio de 2008) são para expressar opiniões contrárias ao Projeto. Assim, o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais) sugere que as pessoas favoráveis ao Projeto liguem para o Disque PLC 122/2006 (ligação gratuita), para expressar opinião favorável à sua aprovação. O número é 0800 612 211.

Fotografia retirada da Redação Online-Revista Contigo e matéria no site http://www.clam.org.br

Quando a camisinha estoura, que atitude deve ser tomada?


Sabe-se que a transmissão sexual do HIV está relacionada ao contato da mucosa do pênis com as secreções sexuais e o risco varia de acordo com diversos fatores, incluindo o tempo de exposição, a quantidade de secreção, a carga viral do(a) parceiro(a) infectado(a), a presença de outra doença sexualmente transmissível, entre outros.
Sabendo disso, se a camisinha se rompe durante o ato sexual e há alguma possibilidade de infecção, ainda que pequena (como, por exemplo, parceiro de sorologia desconhecida), deve-se fazer o teste após 90 dias para que a dúvida seja esclarecida.
A ruptura da camisinha implica risco real de aquisição da infecção por HIV. Independente do sexo do parceiro, o certo é interromper a relação, realizar uma higienização e iniciar o ato sexual novamente com um novo preservativo. A higiene dos genitais deve ser feita da forma habitual (água e sabão), sendo desnecessário o uso de substâncias químicas, que podem inclusive ferir pele e mucosas, aumentando o risco de contágio pela quebra de barreiras naturais de proteção ao vírus.
A lesão de mucosas genitais pode implicar um risco adicional, pois, caso signifique presença de uma doença sexualmente transmissível, como a gonorréia, o risco de aquisição da aids aumenta. Na relação anal, mesmo quando heterossexual, o risco é maior, pois a mucosa anal é mais frágil do que a vaginal.

(Conteúdo retirado da internet)

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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Mais um motivo para ser feliz...





Após a realização de uma pesquisa realizada na Universidade Ben –Gurion em Israel os especialista acreditam que ser feliz e ter uma atitude positiva diante da vida, pode ser uma arma eficaz na prevenção contra o câncer de mama.


A equipe entrevistou mulheres mais de 250 mulheres entre 25 e 45 anos todas com diagnóstico de câncer de mama, o resultado foi comparado a outro grupo de mulheres saudáveis.Segundo eles um único evento traumático não influencia no desenvolvimento da doença mais duas ou mais crises pessoais aumentam o risco em dois terço. Pesquisas anteriores sugeriram que o estresse pode aumentar os níveis de estrogênio em mulheres, um hormônio que pode desencadear e alimentar o câncer.




Texto adaptado do BBC Brasil

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

"Nada melhor do que não fazer nada... Só pra deitar e rolar com você!"


"A vida sexual transforma-se constantemente ao longo de toda a evolução individual, porém só desaparece com a morte." Mira y López

Terça-feira, 25 de Março de 2008

Mistérios da TPM


Foi publicado no Jornal Hoje em Dia no dia 12 de março um estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas sobre a famosa e misteriosa TPM (Tensão pré-menstrual).
O estudo veio como um alerta para os médicos e os pacientes. Visto que os sintomas da TPM muitas vezes atingem os relacionamentos, o desempenho no emprego, devido à dificuldade de concentração, dores e falta de energia. Os sintomas começam normalmente de 7 a 10 dias antes da menstruação e somem logo depois do início do sangramento.
No dia-a dia as mulheres lidam com os variados sintomas da TPM que vão de inchaço dos pés das mãos, mudanças do sono, dores nas articulações, músculos e mamas, cansaço, dores de cabeça e cólicas, irritabilidade, tristeza e depressão.
Conforma pesquisa da Unicamp 95% das mulheres com TPM manifestam os dois tipos de sintomas, físicos e emocionais e 58,2% nunca procuraram um médico. Muitas mulheres têm vergonha em falar dos sintomas da TPM, somente 40% com a forma mais severa buscaram ajuda. "Mas é um erro pensar que TPM é frescura" alerta o coordenador do estudo.
Para cada grau de TPM é indicado um tratamento. Mudança no estilo de vida, como a prática de atividades físicas ou alterações da dieta, amenizam os sintomas da tensão.

Fonte: Pesquisado no Jornal Hoje em dia

Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Andropausa-Climatério Masculino


No homem, com o avançar da idade, diminui a produção de vários hormônios, principalmente dos chamados esteróides sexuais. O que realmente existe é uma síndrome caracterizada por deficiência.
No homem, a chegada do envelhecimento físico pode vir junto com a falta desejo sexual, esta última muito ligada ao fator psicológico e, em alguns casos, à diminuição da produção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Essa fase pode ser chamada de Andropausa.

A Andropausa não é igual para todos os homens, mas todos experimentam alguma diferença no modo de sentir a vida a medida em que a velhice vai chegando. Embora a idade seja a causa da Andropausa, os homens mais emotivos, menos autoconfiantes e seguros de si estão mais predispostos aos efeitos da apatia. A produção do hormônio testosterona costuma diminuir, de forma discreta, quando os homens ultrapassam os 50 anos. Isso é fisiológico e natural. Depois dos 40 anos, a testosterona começa a diminuir cerca de 1% ao ano, entretanto, quando essa queda é mais acentuada, o fenômeno leva o nome de Andropausa e alguns homens podem apresentar problemas.

O “climatério masculino”, ou Andropausa, foi descrito pela primeira vez em 1939, onde se caracterizou como o declínio da testosterona plasmática em homens acima de 50 anos. A partir dos anos sessenta, inúmeros trabalhos científicos confirmaram estas descobertas e identificaram uma redução da perfusão sanguínea (fluxo) nos testículos, com redução significativa da síntese de testosterona.

-No homem os sintomas se instalam lenta e progressivamente, diferentemente da menopausa na mulher.Nessa fase, em 15% dos casos surgem sintomas como:

-perda de interesse sexual
-problemas de ereção
-falta de concentração
-queda de pêlos
-aumento de peso
- irritabilidade e insônia, entre outros.

Pesquisado em Saúde em Movimento

Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Acadêmicas de Enfermagem fazem promoção da saúde!

(Na foto:Camila Saldanha, Nanda Nascimento, Enf.Cristiane, Denise e Camilla Loureiro)
Acadêmicas de Enfermagem são acompanhadas pela enfermeira Cristiane em palestra para o grupo de hipertensos cuja o tema foi Dengue, muito bem aceito pela população de Rosa Neves!

Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

Climatério


A mulher passa por várias transições, uma delas é o climatério, momento que ocorre a mudança do período reprodutivo para o não reprodutivo, causado pela diminuição progressiva dos hormônios (progesterona e estrógeno) produzidos pelos ovários, seu início ocorre aproximadamente aos 40 a 45 anos de idade levando á vários sintomas desagradáveis, todo este período de modificações e sintomas é denominado climatério e a menoupasa é a última menstruação, sendo assim, a menoupasa é um evento que ocorre dentro do climatério.


Os sintomas são:

-ondas de calor (fogachos)
- insônia
- irritabilidade
- diminuição do desejo sexual
-perda da memória
- ressecamento da pele
- infecções urinárias freqüentes
-dor nas relações sexuais
-suores noturnos
-ossos mais porosos
-risco de infarto

*E ao contrário do que muita gente pensa esses sintomas podem e devem ser tratados, com orientação médica, o que irá proporcionar: uma melhora na vida sexual, diminuição da secura da vagina, o retardo do envelhecimento da pele, diminui o risco de infarto, pressão alta e derrames, e outras vantagens, melhorando assim a qualidade de vida.


Pesquisado em ABC da Saúde

Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Festa, Carnaval e Prevenção!


Distribuição de preservativos para o carnaval
BELO HORIZONTE - A Secretaria de Saúde de Minas Gerais deve distribuir esse ano 900 mil preservativos durante o carnaval. O tema deste ano da campanha contra a aids no carnaval é "Pule de Alegria, mas não pule a camisinha". Minas Gerais é o quarto estado com o maior número de notificações de casos de Aids no Brasil.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a cada ano são mil e 200 novos portadores do vírus. A taxa, que ainda é considerada média, merece atenção e mostra a necessidade de ações preventivas. Os jovens heterossexuais são hoje a classe mais atingida pela doença.

PULE DE ALEGRIA , MAS NÃO PULE A CAMISINHA